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PERFIL
Carlos Oliveira, Presidente da Leadership Business Consulting

Natural da Beira, Moçambique, viveu dos 17 aos 28 anos na África do Sul, onde se formou na Universidade de Joanesburgo (Witwatersrand), com dupla distinção e sete prémios académicos.
O Mestrado em Administração de Empresas (MBA) pela Universidade Nova de Lisboa, já em 1997, serviu para reciclar e solidificar um trajecto na área da gestão, que se iniciou ainda na África do Sul, começando no seu primeiro emprego no Development Bank of Southern Africa (uma espécie de Banco Mundial à escala regional).
Ainda na África do Sul, passou pela gestão de empresas, pela MLH & Partners e pela Presidência da Associação de Jovens Empresários e Profissionais Portugueses. Já em Lisboa, trabalhou na Accenture (na altura, Andersen Consulting) e foi director-geral da DHV Management Consultants.
Entre 1991 e 1995, foi deputado à Assembleia da República, eleito pelo círculo eleitoral Fora da Europa, e, em 2002, como Coordenador da Sociedade da Informação e Governo Electrónico, esteve envolvido na formação e gestão da Unidade de Missão Inovação e Conhecimento (UMIC), sediada na Presidência de Conselho de Ministros.
Em ambos os casos, moveu-o o “sentimento de dever e o gosto de contribuir para a causa pública, apesar dos custos pessoais e profissionais envolvidos.
”Autor de dois livros, “Um Mundo em Metamorfose” e “Coaching de Executivos” (em co-autoria), está convicto de que a consultoria de gestão é uma das actividades mais importantes para o País neste momento, uma vez que “é uma das maiores fontes de inovação aplicada e ajuda a objectivar, planear, cumprir prazos e responsabilizar.”
A ideia sobre a Leadership Business Consulting surgiu durante um curso em Harvard sobre a liderança e gestão deste tipo de empresas prestadoras de serviços, mas só se efectivou quando conseguiu agregar ao projecto um grupo restrito e seleccionado de pessoas que constituíssem um núcleo duro, coeso e estável de consultores de “primeiríssima qualidade”, com participação accionista. “Profissionais extremamente exigentes, apurado sentido de dedicação ao cliente e elevado sentido ético, capazes de construir uma prática com uma cultura sólida e que perdure.”, qualidades que Carlos Oliveira valoriza e exige.

 

Entrevista a Carlos Oliveira
Presidente do Conselho de Administração da Leadership

A Leadership Business Consulting tem já provas dadas nas mais prestigiadas empresas portuguesas, aproximando-se do seu projecto número 100 em Clientes diversificados no Continente, Açores, Madeira, Espanha, Cabo Verde e Angola. Abriu recentemente um escritório em Madrid e ainda este ano, conta abrir escritórios em mais dois espaços internacionais.
Com um aumento de 60% no volume de negócios no primeiro semestre de 2005, relativamente ao período homólogo do ano anterior, o futuro adivinha-se risonho. Consciente de que “não existem fórmulas mágicas” para o sucesso, o Presidente da Leadership, Carlos Oliveira, salienta a orientação para o Cliente, a elevada “customização”, o investimento em capital knowledge e a ligação da gestão à tecnologia como factores diferenciadores da empresa que dirige e que se distingue por ter uma cultura muito própria. “Uma cultura de Leadership”

Quais os principais objectivos da Leadership Business Consulting?

A empresa tem um objectivo muito claro: ser a empresa de referência, de origem portuguesa, na consultoria de gestão. Para esse efeito, apostamos nos mais altos padrões internacionais de prestação de serviço. Construímos um modelo muito competitivo em termos da relação qualidade/preço e temos uma cultura muito forte de exigência e rigor.

Tendo em atenção a elevada competitividade do mercado da consultoria, trata-se de uma fasquia elevada.

O que ainda nos falta é notoriedade. Uma grande parte do mercado ainda não sabe que existe uma empresa com as nossas características e este nível de competência e fiabilidade. Por isso, vamos apostar fortemente no branding. Queremos entrar para a short-list das principais empresas e da administração pública.

Quais são os serviços prestados pela Leadership?

Prestamos serviços de consultoria de gestão numa “perspectiva de negócio” que abarcam competências de estratégia, organização, operações e tecnologias de negócio em vários sectores económicos. Digo “perspectiva de negócio”, porque somos totalmente orientados para o Cliente. Partimos dos objectivos e dos principais desafios de negócio do cliente e não baseamos os nossos serviços em vender a solução A ou B. O que nos move é a resolução dos desafios de negócio, ou seja, da produtividade (eficiência) e da competitividade (eficácia), das empresas, das organizações, de equipas e de pessoas, nas suas várias facetas e desafios concretos.
A nossa abordagem é totalmente “customizada” (personalizada). Não existem Clientes iguais. Adicionalmente, somos independentes de fornecedores.

Têm algum tipo de abordagem especial?

Temos um traço que está “nos genes” da empresa, mas não o impomos em cada intervenção. Acreditamos que a gestão de topo é um exercício de equilíbrio, – como ilustrado pelo nosso logótipo, – que exige liderança estratégica, organizacional, tecnologia e pessoal. Essencialmente, na nossa abordagem-tipo, partimos de uma perspectiva estratégica do negócio, do problema ou projecto em mãos, acrescentamos uma perspectiva de liderança, analisamos os processos em termos de performance e recorremos ao potencial das tecnologias de informação. Mas não somos uma boutique estratégica, ou uma empresa de formação em liderança, nem implementadores de tecnologias de informação. Desta abordagem derivam várias soluções que podemos adaptar, conforme o Cliente, e uma postura particular e diferenciadora da nossa prestação de serviços. Digamos que somos mais líderes de mudança do que conceptualizadores, mais gestores do conhecimento do que implementadores de metodologias massificadas, mais líderes de inovação do que transmissores de experiência. Mas como disse, mais importante que a nossa filosofia é o nosso ponto de partida: o Cliente.

Qual é o factor diferenciador da vossa oferta em relação às empresas portuguesas?

Em primeiro lugar, temos uma “perspectiva de negócio” e não uma perspectiva especializada, o que implica uma oferta de serviços horizontal. Isto é extremamente difícil de se fazer. No passado, somente grandes empresas internacionais o conseguiam, mas com a desvantagem da massificação da oferta e uma forte tendência para repetir soluções aplicadas a outros Clientes.
Em segundo lugar, desconhecemos empresas portuguesas que tenham esta ambição, o que envolve a disponibilização de um conjunto de competências e um grande investimento no longo prazo.
Aliás, muitas fazem mais estudos e diagnósticos do que consultoria de gestão empresarial com impacto directo nos resultados. E fazem-no bem, mas não é esse o nosso negócio, que é actuar no negócio (do Cliente) para atingir resultados concretos.
Por último, cremos que não há empresas portuguesas com o nosso currículo e com uma experiência de sucesso na realização de projectos tão variados – pequenos ou complexos – em vários sectores de actividade, nas áreas estratégica, organizacional, operacional e tecnologias de negócio.

E em relação às empresas internacionais?

As empresas internacionais são os nossos concorrentes directos. Neste âmbito, temos uma vantagem na relação qualidade/preço e uma oferta que não é tão massificada. Este é um negócio cujos fundamentos estão nas pessoas e nas competências. Aí temos algumas vantagens. Por um lado, a nível nacional temos um grupo coeso de consultores que não sofre do problema endémico de rotatividade de pessoal das empresas internacionais. Repare-se que o actual núcleo duro já trabalha em
equipa há mais de 7 anos e a taxa de rotatividade global é muito baixa. Por outro lado, mobilizamos competências e peritos internacionais (e nacionais) sob um único critério, o best-fit com o Cliente e, quando se justifica, best in class, e não temos obrigatoriamente que
seguir regras rígidas de colocar os especialistas de um outro escritório e que nem conhecemos. Para isso, contamos com uma rede global de competências, que designamos de Global Knowledge Network, construída ao longo de mais de 8 anos.
Por outro lado, não temos uma abrangência tão grande, pois há sectores e áreas de negócio onde não conseguimos garantir as competências adequadas. Adicionalmente, uma vez que somos uma empresa relativamente recente, ainda não beneficiamos de ter uma marca forte como as empresas internacionais. E muitos Clientes decidem, não em função da melhor oferta que têm em cima da mesa, mas em função do nome da empresa.

Qual é a essência do vosso modelo interno de negócio?

Na verdade, é uma combinação de factores. Definimos desde o início patamares de qualidade do mais alto nível internacional; investimos bastante em capital knowledge próprio, o que requer investimento; somos muito exigentes no recrutamento e só contratamos os melhores alunos das melhores universidades e os melhores especialistas. Ligamos a estratégia a resultados concretos e vamos apostar crescentemente na ligação entre a gestão e a tecnologia. Mas acima de tudo, todos os dias, desde o primeiro dia da empresa, trabalhamos para ter uma cultura muito própria (ver contracapa).

 

LEADERSHIP APOIA O MECENATO

Em colaboração com a Câmara Municipal de Ponta Delgada, a Leadership teve o privilégio de patrocinar a exposição “Traços Contínuos – Cartoons, Caricaturas e Afins, 1974-2004” que decorreu em Junho e Julho deste ano e apresentou uma retrospectiva dos trabalhos do cartoonista António Moreira Antunes, mais conhecido por António.
António nasceu em Vila Franca de Xira, em 1953. Inicia-se no cartoonismo em Março de 1974 no Jornal “República”, ano em que se torna colaborador permanente do Semanário “Expresso”. O reconhecido talento permite-lhe ainda uma colaboração regular no “Courrier International”.

Leadership apoia o mecenato

 

 

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